O Brasil vive um momento em que muitos eleitores estão cansados da divisão entre esquerda e direita e buscam uma alternativa que priorize diálogo, soberania nacional e soluções práticas para os desafios do país. Nessa perspectiva, surge a candidatura de Aldo Rebelo à Presidência da República nas eleições de 2026 pelo Democracia Cristã (DC), com uma proposta que se define como nacionalista e focada na reconstrução do Brasil.
Aldo Rebelo é uma das figuras públicas mais experientes da política brasileira, com uma trajetória que atravessa diferentes fases da história recente do país. Nascido em Viçosa (AL) em 1956, ele iniciou sua militância ainda jovem no movimento estudantil, chegando a presidir a União Nacional dos Estudantes (UNE).
Ao anunciar sua candidatura pelo Democracia Cristã, Rebelo afirmou que não pretende se definir simplesmente como candidato de direita ou de esquerda. Sua plataforma é centrada em princípios que buscam retomar o crescimento econômico, reduzir desigualdades, revalorizar a democracia e reconstruir a agenda de defesa nacional — os chamados “4 Rs” de seu projeto político.
Para muitos eleitores que estão cansados da polarização ideológica, a candidatura de Rebelo representa uma proposta de mediação e foco em problemas reais do país, em vez de disputar pontos simbólicos que aprofundam a divisão. Sua experiência em diferentes governos e em cargos legislativos e executivos oferece um repertório amplo para diálogo com setores variados da sociedade.
Em tempos em que a política nacional parece cada vez mais fragmentada, a proposta de Rebelo é simples: superar as disputas que paralisam o país e trabalhar por um futuro em comum.
Sua trajetória mostra alguém que transita entre diversas correntes políticas, sem abandonar a defesa de instituições fortes, respeito à Constituição e compromisso com a soberania nacional.
Ao longo de mais de três décadas, Rebelo ocupou cargos de grande relevância:
- Presidente da Câmara dos Deputados da República (2005–2007).
- Ministro da Coordenação Política e Assuntos Institucionais no governo Lula.
- Ministro do Esporte, responsável pelas ações federais em eventos como a Copa do Mundo de 2014.
- Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação e Ministro da Defesa no governo Dilma Rousseff.
- Secretário Municipal de Relações Internacionais de São Paulo em 2024.
Essa trajetória demonstra que Rebelo não é um nome novo na política — ele reúne conhecimento institucional, experiência executiva e capacidade de articulação em diferentes setores do Estado. Uma opção real de terceira via longe do discurso raivoso e das disputas extremistas que cansam e desgastam o Brasil.
Por Andreza Estrela

