A Executiva Nacional do PDT aprovou o ingresso do partido na federação que já reúne o Solidariedade e o PRD, enquanto o Avante também manifestou interesse em integrar o grupo. Esta movimentação está agora sob análise do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que decidirá sobre a ampliação da federação.
O principal objetivo dessa união é superar a cláusula de barreira, um mecanismo que condiciona o acesso ao fundo partidário e à propaganda gratuita em rádio e televisão à obtenção de um certo percentual de votos.
No recente pleito eleitoral, o PDT conseguiu eleger seis deputados federais e um senador, uma redução significativa em comparação às eleições anteriores, quando o partido elegeu 17 deputados e não teve nenhum senador eleito.
Para Carlos Lupi, ex-ministro e presidente do PDT, a formação da federação será um fator de fortalecimento tanto para seu partido quanto para os demais envolvidos. Lupi destaca que a união permitirá uma atuação mais robusta em defesa da democracia e dos direitos do povo brasileiro.
Além disso, a Executiva do PDT indicou uma postura favorável à inclusão do PSB na federação, uma proposta apoiada por Lupi. Ele ressaltou que as discussões para a associação com o PSB continuarão, afirmando que ambos os partidos compartilham valores semelhantes, o que poderia garantir uma parceria produtiva nos próximos anos.

